Me chamou a atenção a opinião de uma liderança política publicada na coluna da jornalista Andréia Lopes, do jornal A Gazeta, no último domingo (18). Segundo ela, se o candidato a governo do estado com maior densidade eleitoral não tiver uma base forte, vai precisar pagar pedágio político para a Assembleia logo após a eleição.
Acredito que tal opinião seja uma meia verdade. A verdade absoluta reside num risco muito maior. Qualquer que seja o próximo governador, com ou sem base sólida, correrá o risco do retrocesso, se a classe política e partidos, derem o que as “onças magras” mais precisam: de prestígio e espaço.
Com o prestígio e espaço as onças, que estão magras, mas não estão mortas, terão votos que se transformarão em mandatos orientados e pautados pela chantagem e corrupção.
A responsabilidade para que o pior não aconteça é de todos nós: Dos bons políticos, dos bons partidos e em especial dos eleitores.
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terça-feira, 20 de abril de 2010
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Depois terremoto na política capixaba, provocado pela troca do candidato a governador apoiado pelo governador Paulo Hartung, as onças magras estão rugindo de raiva. Sentiam cheiro de carne fresca, mas pelo novo quadro político traçado elas- as onças magras- sentem que deverão continuar comendo carne podre por muito tempo. O nosso desfio, será tirar delas todo tipo de carne para que as onças mais fracas morram de inanição neste processo eleitoral e, as onças mais resistentes, cheguem mais magras no próximo ano.
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