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terça-feira, 27 de abril de 2010

O tema mais desafiador do mundo: as drogas

O assunto das drogas é extremamente preocupante e o mundo começa a compreender agora que o enfretamento às drogas só no campo policial não é suficiente. Quando dissemos não à legalização das drogas tivemos uma vitória. Sabemos ainda que o tratamento de dependentes não pode ser feito na cadeia e que outros eixos estruturantes, como este que reunimos aqui, ajudam muito no combate ao problema.

Estudos recentes indicam que as drogas são o principal fator do crescimento da violência no País. Pesquisas apontam que 80% do total de mortes de jovens até os 25 anos decorrem do envolvimento com drogas.

A família também tem um papel fundamental na prevenção do uso as drogas, no caso os filhos. O conhecimento sobre os efeitos do uso de drogas ilícitas e seus impactos nocivos na sociedade, tem que estar ao alcance das crianças e jovens o quanto antes. As famílias e a nossa juventude precisam saber, por exemplo, que o financiamento das atividades criminosas, tem no narcotráfico fonte principal de recursos econômicos.

Precisamos incentivar a atuação de instituições e organizações públicas ou privadas que possam contribuir, de maneira efetiva, no tratamento, recuperação, reinserção social e ocupacional.

Afirmo ainda, que o tema é desafiador em o mundo. Mas numa coisa todos concordam: só polícia não resolverá o problema. A prevenção e a recuperação são tão importantes quanto à repressão.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Coluna da jornalista Andréia Lopes

Me chamou a atenção a opinião de uma liderança política publicada na coluna da jornalista Andréia Lopes, do jornal A Gazeta, no último domingo (18). Segundo ela, se o candidato a governo do estado com maior densidade eleitoral não tiver uma base forte, vai precisar pagar pedágio político para a Assembleia logo após a eleição.
Acredito que tal opinião seja uma meia verdade. A verdade absoluta reside num risco muito maior. Qualquer que seja o próximo governador, com ou sem base sólida, correrá o risco do retrocesso, se a classe política e partidos, derem o que as “onças magras” mais precisam: de prestígio e espaço.
Com o prestígio e espaço as onças, que estão magras, mas não estão mortas, terão votos que se transformarão em mandatos orientados e pautados pela chantagem e corrupção.
A responsabilidade para que o pior não aconteça é de todos nós: Dos bons políticos, dos bons partidos e em especial dos eleitores.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Cuidados com o Meio Ambiente

Precisamos ter um cuidado especial com o meio ambiente, as ocupações nas áreas de encostas e proximidades de rios, o desmatamento e o acumulo de lixo. Essas ações precisam ser fiscalizadas para que a população não sofra as consequências.